Pesquisas Viver em SP

Produção de
conhecimento

Em 2020, a série de pesquisas Viver em São Paulo, realizada em parceria com o Ibope Inteligência, contou com o lançamento de seis pesquisas, além de uma série especial sobre a pandemia composta por quatro partes. 

 

Com o objetivo de subsidiar projetos e políticas públicas, além de promover o debate e a participação, as pesquisas apresentam as percepções da população paulistana em relação a diferentes aspectos da cidade.

Qualidade de vida

 

64% das pessoas que moram em São Paulo afirmam que, se pudessem, sairiam da cidade

 

57% da população paulistana não participa da vida política no município

Mulher

 

63% das paulistanas já sofreram algum tipo de assédio

 

31% das mulheres ficam mais com o(a) filho(a) do que a outra pessoa que cuida

Segurança pública

 

76% afirmam que a violência em São Paulo vem crescendo

 

56% dos domicílios têm pelo menos uma vítima de alguma situação de violência

Mobilidade Urbana

 

Mesmo na pandemia, 26% da população paulistana gasta mais de 2 horas em deslocamentos

 

69% das pessoas que usam carro deixariam de usá-lo caso houvesse uma boa alternativa de transporte público

Relações raciais

 

Para 83% da população paulistana, a discriminação contra pessoas negras aumentou

 

85% concorda que o racismo prejudica o desenvolvimento da cidade

A cidade que queremos

 

77% das paulistanas e paulistanos são a favor de renda básica para toda a população

 

Uma cidade desigual e violenta é a imagem predominante sobre São Paulo

Especial pandemia

 

A pesquisa Viver em São Paulo: Especial Pandemia traz dados sobre a experiência da pandemia de coronavírus e do isolamento social entre os internautas das classes A, B e C da capital paulista. O levantamento foi dividido em quatro partes:

Parte 1

 

O estudo aponta que quase dois terços das pessoas entrevistadas tiveram algum impacto negativo na renda pessoal por causa da pandemia. 

 

Quase sete em cada dez consideram adequadas as medidas adotadas naquele momento pelo governador do Estado e pelo prefeito da cidade para combater os impactos da COVID-19; e a ampla maioria está evitando sair de casa para que estes impactos sejam os menores possíveis.

Parte 2

 

Durante a pandemia, metade das pessoas entrevistadas tiveram algum atendimento médico adiado, cancelado ou recusado, como consultas, cirurgias, exames ou tratamentos.

 

Cerca de três em cada cinco respondentes passariam a sair menos de casa e ficariam o mais isolados possível se recebessem informações oficiais de que o seu bairro ou a sua rua tem altas taxas de contaminação e mortes por causa da Covid-19.

Parte 3

 

Nesta rodada da pesquisa, 41% afirmaram que doaram ou contribuíram de alguma forma no enfrentamento da pandemia com alguma instituição ou iniciativa da sociedade civil, sendo que 36% desses pretendiam continuar doando/contribuindo e 5% não pretendiam mais doar/contribuir. 

 

Em contrapartida, 38% não doaram, nem contribuíram, dado que 26% alegam que ainda pretendiam doar ou contribuir de alguma forma e 12% não pretendiam.

Parte 4

 

A pesquisa aponta que 8 em cada 10 paulistanas e paulistanos consideravam inadequada a retomada das aulas presenciais nas creches e escolas da cidade de São Paulo em 2020. 

 

O estudo revela ainda que para praticamente metade dos pais e responsáveis por crianças e/ou adolescentes, a maior dificuldade em relação ao ensino remoto durante a pandemia é manter os(as) filhos(as) concentrados e interessados durante as aulas.